Gênesis 5:28-32 – O nascimento de Noé, a esperança


Sem dúvida, Lameque sentiu a carga de cultivar o terreno que Deus tinha amaldiçoado e esperava com fé, o tempo quando as calamidades existentes e a corrupção cessariam.

Sem dúvida, Lameque sentiu a carga de cultivar o terreno que Deus tinha amaldiçoado e esperava com fé, o tempo quando as calamidades existentes e a corrupção cessariam. A esperança de Lameque que isso pudesse realizar-se veio com um filho. O nascimento de Noé que significa “descanso” ou “conforto”.

Se as genealogias forem consecutivas e sem lacunas, Noé nasceu apenas 14 anos após a morte de Sete, filho de Adão (Gênesis 5:7-8). Sete morreu no ano 1042 da criação e Noé nasceu no ano 1056 da criação.   

De alguma maneira Lameque viu após o O nascimento de Noé, que seu filho foi enviado para confortá-lo, enquanto ele trabalhava na terra amaldiçoada pelo pecado. Porém sua esperança acabou não sendo cumprida com seu filho, pelo menos não na forma em que ele esperava.  

Com tudo, Noé recebeu a missão de proclamar uma advertência audaz contra o mau, assumindo um papel importante, chegando a ser o progenitor de todos os que viveram desde seu tempo.

Note que Noé teve muitos irmãos e irmãs, mas, infelizmente nenhum deles se arrependeu e entrou na Arca. A humanidade estava piorando a cada ano que passava, havia provado que, apenas com sua consciência para acusá-la, se encaminhava irreparavelmente para o mal. Deus, então, advertiu que sua paciência se esgotaria: a humanidade só teria mais 120 anos de existência.  

Entretanto, havia um homem que permaneceu solitário em sua fé, apresentando-se como uma gota de esperança em meio ao caos: Noé. Dele é a narrativa que se segue nas próximas postagens.

A ênfase esmagadora de Gênesis 5 é que todos esses homens morreram. Eles estavam todos sob pecado e todos sujeitos à morte.

Portanto, muitos deles foram grandes homens, mas, nenhum deles era o libertador que Deus havia prometido.

Em Cristo


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