Gênesis 14: 13-17 – O Despertar da Força. Abraão enfrenta o Império!


Abraão reuniu os seus homens treinados para a guerra, todos eles de inteira confiança e nascidos na sua casa. O Despertar da Força de Deus em Abraão chega como nunca antes e ele está prestes a enfrentar o Império...

Abraão reuniu os seus homens treinados para a guerra, todos eles de inteira confiança e nascidos na sua casa. O Despertar da Força de Deus em Abraão chega como nunca antes e ele está prestes a enfrentar o Império…

A dúvida de Abraão Skywalker

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Um fugitivo, provavelmente um dos servos de Ló, chegou ao acampamento de Abraão perto de Hebron com um relatório do que tinha acontecido. O servo de Ló sabia da liderança de Abraão, de suas posses e também da proteção que ele tinha da parte de Deus por conta de sua fidelidade com o todo poderoso. Não havia ninguém mais qualificado a quem ele poderia recorrer nesse momento.

Quando Abrão ficou sabendo que o seu sobrinho tinha sido levado como prisioneiro, ficou em dúvidas se iria ou não socorrê-lo. Com certeza, dessa vez, ouviu a opinião de sua esposa e principalmente de Deus.

Havia uma série de boas razões para ignorar completamente o relatório do fugitivo. Sarai, sua esposa, sem dúvida deve ter sugerido as probabilidades que não estavam a favor de Abraão.  Dá até para imaginar o que ela falou para o esposo:

“Essa campanha pode ser suicídio. Além disso, Ló está colhendo exatamente o que havia plantado. Ele escolheu morar em Sodoma, deixe-o aprender sua lição. Ele escolheu deliberadamente tirar vantagem de você, agora deixe-o pagar o preço.”

Fico imaginando também o que Abrão pensou antes de enfrentar uma escolha:

“Bem, Ló entrou nessa bagunça se mudando para lá. Ele deveria ter ficado fora da cidade. Eu o amo, mas sou o homem escolhido por Deus para trazer bênçãos ao mundo. Não posso arriscar meu pescoço nesta guerra. Além disso, sou pastor, andarilho, não um Imperador. Já tive problemas o suficiente trazendo ele comigo de Ur.”

Abraão Skywalker espera a aprovação de Deus

Independente do que ele deve ter pensado ou ouvido de sua esposa, o fato é que Abraão só agiu com a aprovação de Deus. Deus Todo-Poderoso estava com ele e abençoou seu esforço de resgate. A guerra secular, se tornava agora, uma guerra espiritual.

Abraão reuniu os seus homens treinados para a guerra, todos eles de inteira confiança e nascidos na sua casa. Eram trezentos e dezoito ao todo. Nesta passagem podemos ver como Abraão era rico. Ele deve ter tido mais de mil servos, pois convocou trezentos e dezoito para entrarem em combate.

Aqui, pela primeira vez, Abraão é chamado de “hebreu”, uma designação étnica dada a Abrão de que seus descendentes derivaram dele, originada de seu ancestral Héber (Gênesis 11:14-16).

Parece que ele estava começando a se tornar conhecido por aqueles que viviam naquela terra. Abrão estava morando junto aos carvalhos de Mamre. Mamre e seus dois irmãos, Escol e Aner, formaram uma aliança com Abrão. Eles ajudariam a Abrão em sua expedição para resgatar a Ló.

Não se sabe quantos acompanhantes e servos dos três amigos de Abraão foram com ele em sua missão de resgate, mas provavelmente estes constituíram um aumento importante ao seu exército.

Abraão é o único patriarca que aparece como chefe militar. Como um guardião da paz e da justiça da Galáxia (Jedi), Abrão foi com eles, perseguindo os quatro reis até a cidade de Dã.

Os exércitos vitoriosos do Império Mesopotâmico, estando em marcha de volta para sua terra, já tinham percorrido um longo caminho, e Abraão teve que atravessar toda Palestina até chegar a eles.

O Despertar da Força

Gênesis 14: 13-17 - O Despertar da Força. Abraão enfrenta o Império!

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Aqui está o ponto surpreendente: a Bíblia diz que os sodomitas eram “pecadores muito maus contra o Senhor” (Gên. 13:13). Mais adiante, diz: “O ultraje de Sodoma e Gomorra é tão grande, e o pecado deles, tão grave” (Gên. 18:20).

Sua iniquidade alcançou tanta profundidade que Deus, propôs acabar com eles (Gênesis 18:21). No entanto as pessoas que o Senhor desejava derrubar por causa da maldade de seus habitantes, foram salvas por Abraão da derrota esmagadora. Se Deus mais adiante iria destruí-la, porque salvá-la nesse momento? Responderei em breve.

Vamos voltar a Abrão que partiu na direção do exército do Império. Você pode estar se perguntando… Como Abrão foi capaz de ultrapassá-los, uma vez que eles já haviam partido e Abraão, diferente de Luke Skywalker, não tinha naves velozes, nem mesmo carruagens?

É fácil de responder. O exército dos reis atacantes estavam comemorando e lambendo suas feridas após a vitória sobre Sodoma e Gomorra. Eles estavam embriagados pelo falso sentido de segurança, corados com a vitória, sem pressa para fugir.

Também estavam sobrecarregados pelo gigantesco número de cativos, incluindo mulheres e crianças, o que os faziam andar em passos lentos. Portanto, também estavam confiantes demais, descuidados no envio de sentinelas, talvez não tendo nenhum, e se sentindo bastante seguros na posse de seus ganhos.

A vitória junto ao despertar da força

Até que finalmente, Abraão alcançou o inimigo, dividindo suas forças em dois grupos e os surpreendeu com um ataque noturno.

Mas quando as forças de Abraão caíram sobre o campo inimigo em diferentes direções, produziu tal confusão que o poderoso exército mesopotâmico fugiu deixando todos os despojos e os cativos.

Abraão Skywalker perseguiu aos fugitivos inimigos o suficiente para impedir que reagrupassem suas forças e regressassem para atacá-lo. A perseguição foi vigorosa e extensa, até a vitória completa e os espólios totalmente recuperados. Tudo foi recuperado: os bens, o povo e o príncipe Ló.

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O caráter de Abraão Skywalker 

Como um verdadeiro herói dos cinemas, a atitude de Abraão para com Ló mostra seu verdadeiro caráter. Ele manteve um amor fraternal e um interesse por Ló, a despeito de sua atitude egoísta.

Muitos teriam se alegrado ao saber da situação de Ló ao invés de ajudá-lo.

É claro que de além possuir um gênio militar, seguramente Abraão não saiu em perseguição de exércitos profissionais como o Império, sem colocar-se primeiro a si mesmo sob a direção e proteção de Deus.

Todavia, o príncipe Ló voltou para seu reinado, para onde estavam suas posses em Sodoma. Futuramente ele recusaria um aviso de Deus e acabaria perdendo tudo, quando Sodoma e Gomorra seria julgada e destruída. (Gênesis 19:24-25).

V-17.
Bera, o humilhado rei de Sodoma, que tinha escapado da batalha no vale de Sidim, recebeu notícias da vitória de Abraão e saiu para encontrá-lo quando este regressava.

Veio também ao encontro de Abraão, um misterioso Rei de Salém, que também era um sacerdote de Deus, seu nome, Melquisedeque. Deve-se notar com que habilidade a narrativa é escrita para enfatizar a grande importância de Melquisedeque.

O rei de Sodoma evidentemente chegou primeiro, mas ele é mantido em segundo plano enquanto a reunião muito mais importante com Melquisedeque é contada. Dificilmente se pode compreender a tentação que o retorno triunfal de Abrão lhe apresentou. Sua recepção deve ter sido como um desfile em carro aberto.

O rei de Sodoma é deixado de lado

Se o rei de Sodoma saiu ao encontro de Abrão, quanto mais os da cidade, que esperavam o retorno de seus entes queridos. O rei de Sodoma tinha algumas palavras apropriadas para a ocasião, mas teve que esperar para dizê-las, pois do nada o rei de Salém apareceu com as palavras que Abraão mais precisava ouvir.

O fato impressionante, que fez Abraão ignorar o rei de Sodoma, foi a descoberta de que o rei de Salém também adorava o verdadeiro Deus Altíssimo.

E essa história nos mostra mais do que meros fatos sobre uma guerra. Aponta além de si mesma para ressignificações espirituais. As ações do herói dessa história, Abraão, apontam para outro herói, maior e infinitamente mais corajoso. Abrão resgatou Ló da maneira como Jesus nos resgatou.

À medida que o conhecimento de nossa situação chegou ao céu, Jesus não ficou parado. Ele entrou em ação para nos salvar e redimir. Foi um risco. Foi doloroso. Se o compararmos a Abrão, Jesus foi ainda mais longe. Jesus não apenas poderia ter morrido; mas ele escolheu morrer por nós.

Esta história está aqui porque nos aponta para um herói que nenhum filme de ficção cientifica de Hollywood pode descrever e jamais escreverá. Um herói real. Uma história não baseada em fatos fictícios, mas uma história real.

Não com atores, mas com uma pessoa real. Quando enfrentamos problemas, temos alguém melhor que um tio corajoso para nos salvar. Temos o Salvador do mundo, Jesus Cristo, o Poderoso, a força que estará sempre ao nosso lado.

Em Cristo;


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