Gênesis 32:8-20 – Os presentes de Jacó para Esaú


Os presentes de Jacó para Esaú


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V-7,8.
Quando Jacó ouviu seus mensageiros, teve muito medo e ficou preocupado.

Certo de que Esaú e seu bando vinham para acabar com tudo, repartiu o povo que andava com ele e os rebanhos em dois bandos.

Desta maneira ele esperava que pelo menos metade da família e do seu rebanho pudesse escapar.
Impressionante, como ele esqueceu rapidamente dos anjos e das promessas de Deus!

Más felizmente não esqueceu por muito tempo…

V-9.
Em momentos assim, a gente sempre busca ajuda onde pode, e por isso Jacó resolveu lembrar-se daquele que era seu porto seguro.
Então, orou ao SENHOR, Deus de Abraão e Isaque, expondo a situação e implorando que o livrasse das mãos do seu irmão Esaú, apoiando-se na promessa que Deus lhe havia feito anteriormente.
_ Ouve-me, ó SENHOR, Deus do meu avô Abraão e de Isaque, o meu pai! Tu me mandaste voltar para a minha terra e para os meus parentes, prometendo que tudo correria bem para mim.
V-10.
_ Eu, teu servo, não mereço toda a bondade e fidelidade com que me tens tratado. Pois quando atravessei o rio Jordão, eu tinha apenas um bastão e agora estou voltando com estes dois grupos de pessoas e animais.
V-11.
_ Ó SENHOR, eu te peço que me salves do meu irmão Esaú. Tenho medo de que ele venha e me mate e também as mulheres e as crianças.
Jacó sabia que, se seu irmão fosse provocado, não vacilaria em matar a todos. Temia, pois o pior.
V-12.
_ Lembra que prometeste que tudo me correria bem e que os meus descendentes seriam como a areia da praia, tantos que ninguém poderia contar?
Notável por sua singeleza e energia, esta oração modelo expressa tudo o que é essencial numa oração; Verdadeira humildade, reconhecimento da misericórdia de Deus, súplica, repetição de promessas passadas e agradecimento.
V-13.
E naquela mesma noite Jacó dormiu ali mais aliviado.
No dia seguinte acordou com uma idéia, escolheu alguns dos seus animais para fazer um agradinho a Esaú.
V-14,15
Foi até o patio e contemplou sua grandiosa e impresionante manada, coçou a cabeça, pensou em quantos animais daria de presente a seu irmão, coçou a barba e pensou desta vez em quais animais impressionariam mais, então chamou seus empregados para fazer a separação.
Não foi muita coisa, mandou separar apenas, duzentas cabras e vinte bodes, duzentas ovelhas e vinte carneiros, trinta camelas com as suas crias, que ainda mamavam, quarenta vacas e dez touros, e vinte jumentas e dez jumentos.
Apenas?
Puxa, Jacó era muito rico mesmo!
V-16.
Jacó dividiu esses animais em três grupos e pôs um empregado para tomar conta de cada grupo.
E deu a seguinte ordem:
_ Vocês vão à frente, deixando um espaço entre os grupos.
A divisão do presente de apaziguamento de Jacó em várias manadas separadas, que seguiam a intervalo uma à outra, tinha o propósito de realizar um efeito acumulativo e, pelo mesmo, impressionar mais.
Desta maneira o coração de Esaú seria progressivamente abrandado.
Além do mais, cada manada era em si um presente valioso.
É como se nos dia de hoje, Jacó fosse dono da GM e os agradinhos fossem apenas algumas centenas de automóveis.
Um gênio esse Jacó, vocês não acham?
V-17,18
E tem mais, Jacó pensou em tudo, não esqueceu nehum detalhe.
Chamou seus empregados e passou as últimas coordenadas; Ao primeiro disse;
_ Olha é o seguinte; Quando o meu irmão Esaú se encontrar com você, ele poderá perguntar:
“Quem é o seu patrão? Aonde você vai? E de quem são esses animais que você vai levando?”
Vocês deverão estar preparados para responder o seguinte:

“Estes animais são do seu criado Jacó. É um presente que ele está enviando ao seu patrão Esaú. E ele também vem vindo aí atrás.”

V-19
Também ao segundo, e ao terceiro, e a todos os outros que tomavam conta dos grupos, Jacó disse:
_ Quando vocês se encontrarem com Esaú, digam a mesma coisa.
V-20
E não se esqueçam de dizer aquela importante frase que eu lhes ensinei:
“O seu criado Jacó vem vindo aí atrás.”
Com esta estratégia Jacó pensava;
“Vou acalmar Esaú com os presentes que irão na minha frente. E, quando nos encontrarmos, talvez ele me perdoe e diga; Aquilo tudo foi uma bobagem de criança meu irmão, vamos deixar isso pra lá”.
Bem, era isso pelo menos o que Jacó esperava.
O que? Se foi realmente isso que aconteceu?
Ah, esperem pelas próximas postagens!
Em Cristo;

A seguir


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