Números 23: 9-13 – Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.


Oi...

Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.

Oi…

Vamos relembrar?

Na última postagem, Balaque levou Balaão até um lugar de onde ele poderia ver uma parte dos israelitas, para que os amaldiçoasse.

Mas tudo deu errado e Balaão acabou fazendo uma profecia muito favorável aos hebreus.

Certo de que isso acontecera porque Balaão ficara intimidado diante da quantidade de israelitas, dessa vez Balaque o levou até o alto do monte Pisga, de onde poderia ver apenas uma pequena parte do acampamento, e pediu para que os amaldiçoasse.

Novamente fizeram sete altares e ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada um.

Pela segunda vez o SENHOR encontrou-se com Balaão e colocou a palavra na boca.

Transmitindo essa palavra, Balaão disse a Balaque;

– É… Hrum… O SENHOR abençoou a Israel, portanto ele não pode ser amaldiçoado, pois o SENHOR cumpre as suas promessas. Pronto, falei…

– O que?

– É bem isso que eu disse. Deus não viu iniquidade ou desventura naquele povo, os israelitas agem com o poder de Deus, não valendo encantamento ou adivinhação contra eles.

– O Balaão! Assim já é demais né?

– Eu não posso fazer nada, majestade…

– Eu até acredito que você no momento não pode amaldiçoar essa praga de gente, mas abençoar já é demais!

– Como eu já lhe disse, não posso fazer muita coisa.

Mas Balaque não desistiu, e num instinto de preservação falou a Balaão:

– Tudo bem Balaão, não me leve a mal, mas me diga uma coisa, será que nós podemos tentar novamente?

O rei pensava que Deus poderia ser persuadido a mudar sua vontade.

A chegada de Balaão fez parecer a Balaque que o mesmo profeta pensava que isso era possível.

– Bem, já que estamos aqui… Não custa tentar.

Aqui Balaão teve a oportunidade de cair fora, mas sua ambição o deteve, em função dos ganhos materiais.

– Então vamos!

Em Cristo!


Número de visualizações do artigo: 112