Juízes 21:20-25 – O rapto de 200 virgens!


O rapto de 200 virgens!

A discussão já durava horas quando um líder disse:  

– Pera aí, a festa anual do SENHOR, na cidade de Siló, está perto, certo?

– Sim está…

– Taí a solução!- Como assim?

– É o seguinte: Os benjaminitas vão à festa, mas devem ficar escondidos nas plantações de uvas e ficam vigiando.

– Hum…

– Durante a festa, quando as moças de Siló saírem dançando em volta da plantação, como reza a tradição, aí vocês também saiam das plantações de uvas e cada um agarre uma das moças e leve embora para a terra de Benjamim.    

– Mas que solução mais ridícula, isso vai é gerar mais uma guerra entre nós…- Que nada… Assim, que os pais ou irmãos delas vierem se queixar do rapto das 200 virgens, nós poderemos dizer: “Por favor, deixem que elas fiquem, pois na batalha contra Jabes-Gileade não conseguimos mulheres para todos os benjamitas. E vocês não serão culpados de quebrarem a promessa, pois não deram as suas filhas a eles: elas foram roubadas.”    

E assim fizeram os benjamitas. Cada um deles escolheu uma esposa entre as moças que estavam dançando e a levou embora.

Então voltaram para a sua terra, construíram de novo as suas cidades e ficaram morando ali. Enquanto isso, os outros israelitas saíram, e cada um voltou para a sua tribo, a sua família e as suas terras.    

Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que bem queria. Esta declaração é uma transição adequada para o livro de Samuel, onde estudaremos o início da monarquia em Israel.


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