Visita do Papa Francisco, custará 118 milhões aos cofres públicos!



Visita do Papa Francisco, custará 118 milhões aos cofres públicos!
Os governos federal, estadual e a prefeitura do Rio terão um gasto milionário com a visita do Papa Francisco, durante a 26ª Jornada Mundial da Juventude.
Incluídos, governo federal, estado e município consumirão R$ 118 milhões durante a passagem do Papa Francisco pelo Brasil.
Segundo informações do jornal O Globo, só o governo federal desembolsará R$ 62 milhões, sendo R$ 30 milhões com ações de segurança e defesa.
Estado e município darão R$ 28 milhões cada.

Serão mobilizados 10.700 homens, sendo a maioria das Forças Armadas.
Prezados blogueiros, em minha humilde opinião, entendo que podemos receber o papa, mas isso não significa que temos de gastar dinheiro dos cofres públicos em uma recepção para um Papa.
É lamentável que os aviões da FAB [Força Aérea Brasileira] por exemplo, tenham de ir até o Vaticano para buscar um jipe para o Papa e que a prefeitura do Rio de Janeiro tenha decretado quatro dias de feriado por causa da visita do pontífice.
A despesa com a visita do Papa não poderia ser feito de forma alguma pelos cofres públicos brasileiros e é uma afronta à laicidade do Estado.
Durante a visita de Bento XVI ao Brasil, em 2007, o ex-ministro da Justiça de Collor, Célio Borja, e o ex-ministro do STF, Paulo Brossard, defenderam os gastos afirmando que se tratava da visita de um chefe de Estado.
No entanto, quem deveria custear a visita do Papa deveria ser o Estado do Vaticano, criado graças a um acordo entre o ditador fascista Benito Mussolini e o papa.
Segundo o artigo 19 da Constituição Federal é “vedado à União, Estados e Municípios estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público”.
Portanto, por ser um país laico, o Brasil não poderia patrocinar a visita do Papa Francisco ou evento de qualquer igreja.
Se o Brasil não financia eventos evangélicos também não deveria financiar os eventos da Igreja Católica.  
Em Cristo!


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