1 Samuel 9:1-9 – Como foi que começou a se desenhar a monarquia israelita.


A partir de agora você saberá como foi que começou a se desenhar a monarquia israelita.

Como foi que começou a se desenhar a monarquia israelita. 

A partir de agora você saberá como foi que começou a se desenhar a monarquia israelita. 

Para a forma de governo monárquica de Israel, Deus Se reservou o direito de lhes escolher o rei. 

Os hebreus respeitaram a autoridade de Deus.

E foi assim que aconteceu…

Havia um homem chamado Quis. 

Quis era filho de Abiel, neto de Zeror, bisneto de Becorate e trineto de Afias. 

Quem eram essas pessoas? 

Não sei… Isso também não importa nesta história…

Mas o que importa é o tal Quis era um homem abastado e respeitável, e tinha um filho chamado Saul. 

Saul era muito bonito, considerado por muitos o mais belo dos israelitas. 

Era alto, forte, charmoso, e quando estava no meio do povo, ele aparecia dos ombros para cima.

Tinha ele a aparência de alguém que nascera para governar. 

No entanto, com tais fascínios externos, Saul era desprovido daquelas propriedades mais elevadas que compõem a verdadeira sabedoria. 

Não tinha aprendido em sua juventude a dominar suas paixões aventureiras e impetuosas; nunca conhecera o poder renovador da graça divina.

Saul parecia destinado a uma vida de filhinho de papai e mais nada. 

Mas o destino de um homem pode tomar uma direção mais contraditória graças a um fato corriqueiro. 

Certo dia Quis chamou o filho. 

– Saul?

– Sim papai!

– Tenho uma missão pra você.

– E o que seria?

– Saul, as jumentas fugiram.


– FUGIRAM?

– Eu preciso que você junte alguns de meus empregados e vá procurar as jumentas.

– Entendi. Já estou indo, pai.

Saul escolheu o empregado de seu pai com quem se dava melhor, e os dois saíram para procurar as jumentas. 

Durante três dias fizeram infrutíferas buscas.

Até que chegaram até as montanhas de Efraim, passaram por Salisa e pela terra de Saalim, reentraram em território benjamita. 

Quando entraram na terra de Zufe, Saul finalmente entendeu que a procura era inútil, e disse ao empregado:

– Vamos voltar para casa; se não, em vez de se preocupar com as jumentas, o meu pai vai acabar se preocupando com a gente.

O empregado respondeu: 

– Espere patrãozinho. Nesta cidade mora um homem santo que é muito respeitado porque tudo o que ele diz acontece. Vamos falar com ele. Talvez ele possa nos dizer onde podemos encontrar as jumentas.  

– Quem?

– O profeta Samuel.

– Se formos lá, o que vamos levar para ele? Não há comida nas nossas sacolas, e não temos nada para lhe dar. Ou será que temos?
 

Isso estava de acordo com o costume daqueles tempos. 

Uma pessoa que se aproximasse de um superior em posição social ou função, dava-lhe um pequeno presente, em sinal de respeito.

– Tenho uma pequena quantia de prata que posso dar a ele para que nos conte onde poderemos achar as jumentas.  

– É uma boa ideia! Vamos! 

Continua na próxima postagem!

Em Cristo!

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